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segunda-feira, 31 de maio de 2010


Top 10 cidades {grandes} mais bonitas do mundo.

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O mundo é, aparentemente, muito grande, e há nele diversas cidades e lugarejos incrivelmente fantásticos, maravilhosos. Alguns desses lugares, nunca saberemos da existência, ou então, não prestaremos devida atenção nas magia visual que poderiam nos proporcionar. Porém, ao mesmo tempo em que existam lindos lugares que não conhecemos por esse mundão, há também aqueles que são bastante conhecidos, e nem por isso perdem seu valor.
No post de hoje, faço um top 10 das grandes cidades mais bonitas do mundo, e comento as devidas posições. Tive o privilégio de conhecer algumas delas, mas a maioria, não conheço. Espero ter a oportunidade de conhecer essas maravilhas de perto um dia! (:


10. Vancouver {Canadá}



 Vancouver é uma das maiores cidades do Canadá, e sem dúvida, uma das mais charmosas. O contraste entre edifícios de arquitetura tão moderna à uma estonteante natureza temperada, banhada pelo oceano pacífico é de fato encantador e convidativo. Imagina respirar o ar gelado dessa cidade linda...


9. Cairo {Egito}


Não é de hoje que os mistérios da capital egípicia encantam o mundo. Essa cidade guarda tesouros históricos da humanidade, mas também abriga um cenário moderno muito peculiar e interessante. Não há como não se encantar pela cultura egípcia quando conhecemos um pouco de seus fundamentos!

8. Edimburgo {Escócia}


A capital escocesa não chama atenção apenas pelo seu charme campestre medieval. Com toda certeza, o aspecto vampiresco e solitário que esbanja, atrai muitos fãs de um ambiente sereno, frio e aparamente imutável. Tudo isso, com uma arquitetura de encantar os olhos!


7. Amsterdã {Holanda}


Amsterdã é famosa por ser a cidade da liberação sexual e das drogas, portanto, a cidade da loucura. Mas não é apenas esse o fato que dá um charme especial à capital Holandesa. Seus encantos concentram-se, em sua maioria, em suas paisagens serenas e tranquilas, que esconde uma realidade extremamente ebulitiva. Amsterdã é a típica capital que tem cara de vilarejo. Linda..


6. Roma {Itália}

Roma também é famosa pelo seu cenário histórico e cultural. E QUE cenário...


5. Praga {República Tcheca}


A Europa Oriental tem muitas riquezas visuais. Praga, é uma dessas riquezas. Cidade calma, linda, limpa, porém pesada, de forte impacto, cultura e história.


4. Rio de Janeiro {Brasil}

 

Digam o que quiserem, mas o Rio de Janeiro continuará sendo a "cidade maravilhosa". Violência e problemas sociais não diminuem a exuberência arquitetônica carioca em contraste com a natureza puramente brasileira. O Rio de Janeiro não é só Rede Globo. O Rio de Janeiro é Cosme Velho, é Bossa Nova, é beleza, é Brasil.






3. Tallinn {Estônia}




Mais uma beleza vinda da Europa Oriental. Tallinn não é uma cidade muito famosa, o que a torna ainda mais charmosa. Tallinn parece ter sido desenhada em um conto de fadas medieval, de tão delicada e peculiar! É uma cidade que, com certeza, terei todo o prazer de conhecer um dia!


2. Havana {Cuba}


Divergências entre visões políticas ficam de fora quando a beleza de Havana é o assunto em questão. Havana não é bela apenas por sua história, mas por seu povo, por sua cultura. É uma mixagem de belezas. Quem quiser fazer uma viagem no tempo e voltar aos anos 50, basta visitar Havana. Além de uma linda memória fotográfica, levará na babagem uma linda experiência de vida!


1. Paris {França}


E o cliché óbvio - porém, indiscutível - primeiro lugar fica para minha 'queridinha': Paris. Paris é uma cidade absolutamente linda. Não é à tôa que não sou a única possuidora dessa opinião. A cidade do amor tem o primeiro lugar simplesmente por ser completa, tanto em essência, quanto em beleza. Paris esbanja poesia até mesmo nos ventos que carrega consigo. Eu não poderia dar o primeiro lugar a outra cidade.




Então é isso, pessoal.
Até a próxima!

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sexta-feira, 28 de maio de 2010


Missão.

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O mirante está ali, bem à tua frente
Mais parece um tapete de edifícios
Um mar de concreto que abriga muita gente
Oh, mas é tão desnecessário esse mar cinza
Tão desnecessário como toda essas pessoas
Levanta-te.

O mar azul está bem longe de ti
Por que pensas apenas nele então?
Quem és tu perante aquele mar?
Achas que signifcas algo naquela imensidão?
Pois não significas
Senta-te e chora.

O que faz tu quando a solidão bate ao peito
Quando a falta de esperança é pântano interior
Quando a desilusão é maior que o esplendor?
Deixe, menina, a lágrima cair
Ela filtra teus olhos e lubrifica teu coração de vidro.

 Rodes, rodes sem parar
Fique tonta, sinta-te viva
Tu vives, sabias?
Tu existes, tu ainda tem ossos, ainda tem pele
Não apenas o vidro de teu coração ocupa teu corpo
Não és apenas lágrimas misturadas a saliva

E esse mundo a tua frente
O que é ele, menina?
Um mal desncessário, uma redoma de parafina?
Sabes que todos ali não são como tu
Nunca serão comu tu
Então por que sofres?

Não gostas da solidão
Ainda não se acostumou a ela
Mesmo ela sendo teu maior refúgio?
Sabes que é ela quem sustenta os cacos do teu coração
e que o mar azul leva embora esses cacos num segundo
Pensa, roda.

Mar azul, mar de concreto
Coração de vidro, corpo de esqueleto
Olhos de lágrimas, espírito secreto
Percorres sozinha, menina.
Eis tua missão:
Nasce, vive e morre na solidão.

domingo, 23 de maio de 2010


Adolescência

8
Eu tinha muitos planos quando era mais jovem.
Aos 11 anos, acreditava que na 5ª série, eu viraria gente e as pessoas passariam a me respeitar.
Foi exatamente o contrário. Cheguei na famosa 5ª série acompanhada de cadernos das Princesas Disney e 'Marias-Chiquinhas' nos cabelos. O que eu levei foi um baita 'NÃO' dos populares {(oi?) eu simplesmente perdi o momento em que eles se tornaram populares ou o quê?}e percebi claramente que eu não me enquadrava naquele "padrão" necessário para ser amiga das meninas e  meninos (ditos) mais bonitos da escola.
Quase não me importei. Hoje, revendo os fatos, vejo claramente o quão admirável era aquele eu de 11 ou 12 anos, que basicamente não se importava. Naquela época, eu aceitei o meu  'não' e toquei a minha vida. Mas até qual ponto?
Passando daquela fase, encontrei outros meios de me fazer presente. Conheci pessoas quase inesquecíveis, e fiz amizades que na minha cabeça, durariam para sempre. Depositei minhas jovens afinidades emocionais em muitos daqueles que cruzaram o meu caminho e me proporcionaram momentos evidentemente felizes, inusitados, risonhos e cheio de dúvidas, curiosidades e fantasias. Mas essas pessoas também foram embora.
Passou, quase me esqueci deles.
Começou tudo de novo.
Uma nova fase. Novos amigos, novos momentos, novas razões para sorrir. Uma evolução mental, ou um retrocesso, quem sabe? Sim, fui a festas de 15 anos, e escolhia delicadamente a roupa que usaria nelas. Saía aos sábados com as amigas para comer no 'Ed Bugger' e depois ir ao cinema, no Diamond Mall. Tirava fotos no espelho, arrumava o cabelo e tentava seguir, à minha maneira, as tendências da 'moda'. Não era proposital. Eu me sentia verdadeiramente incluída naquilo que eu chamava de 'grupo', e sim, eu realmente era incluída.
Foram inúmeras juras de amor eterno. Inúmeras frases programadas de 'você é para sempre e eu nunca te esquecerei'. E eu acreditava de verdade. Aquele circo colorido duraria para sempre, dentro do meu coração.
De repente, uma nova mudança.
Tudo novamente, um novo recomeço. Um recomeço com um peso muito maior, e eu sentia o peso do mundo nos meus braços. Tentei lidar com as coisas à minha maneira, mas à medida que percebia que nada adiantava, deixei a caravela tomar seus próprios rumos, enquanto eu me enchia de comida para preencher um tal vazio que existia dentro de mim. Acho que eu sabia tão bem o motivo daquele vazio, que tinhas minhas próprias dúvidas do que ele derivado. Era tanta certeza que se tornava dúvida. Vivia de utopias e flashbacks. Meu passado me nutria, mas era tudo diferente, as coisas haviam mudado, as pessoas haviam mudado. A mudança delas me incomodava, mas eu não percebia que EU também havia mudado.
"Eu tinha quase dezesseis, ninguém me compreendia e eu não compreendia ninguém."
Tudo foi murchando.
Tudo foi ficando cinza.
A euforia foi-se embora.
Aos poucos, mas de repente.
Eu não era mais quem eu costumava ser, e corria atrás desse ser que eu era.
Não que adiantasse alguma coisa, mas eu precisava tentar. Eu ainda tinha esperanças.
Outro recomeço.
De quantos recomeços minha adolescência foi marcada? Não sei ao certo, mas se dizem que a nossa vida inteira é definida em alguns poucos dias, tenho certeza absoluta que os dias desses recomeços foram fundamentais para que eu me tornasse o que eu sou hoje.
Introspecção.
Frustração.
Medo?
Era tudo ficava mais intenso. A fé que eu botava nas poucas pessoas que eu ainda botava fé, era ainda mais intensa. Coloquei uns em um pedestal, e quando eles caíram, caí junto, com muito mais força, para fechar com chave de ouro esse período incógnito.


Trilhas. Alameda do Mico. Minha Alhures. Sonhos. Escola. Corredores. Amizades. Conversas. Festinhas Americanas. Lanchinhos. BH Shopping. Harry Potter. Scooby Doo. All Star. Retiro do Chalé. Cachoeiras. Roupas. ICQ. MSN. Blogs. Música. Rock n' Roll. Black Music. Hip Hop. Cinema. Excursões. Vila Fátima. Cartas. Bilhetes. Adesivos. Tênis. Brincos. Lágrimas. Ilusões. Utopias. Mirabolações. Erros. Sinceridades. Avril Lavigne. Pink. Evanescence. Charlie Brown Jr. CPM 22. Detonautas. Blink 182. Green Day. Good Charlotte. Foo Fighters. Tihuana. Silverchair. Hilary Duff. School of Rock. Brincos. Piercings. Orkut. Fesyas de 15 anos. Ruas. Fotos. Momentos. Gritos. Juras. Depoimentos. Verde. Amarelo. Rosa. Isolamento. Choros. Medos. Complexos. Dúvidas. Eternidades empacadas. Textos sofridos na arquibancada vazia. Despedidas. Revoluções. Complexidades. Indie Rock. Belle and Sebastian. Blasé. O grupo. Savassi. Maconhas nunca experimentadas. Noites viradas na praça da Liberdade. Bebidas, drogas, incerteza de segurança. Certeza de que aquilo não era pra mim. Ainda sinto o cheiro de cigarro de cereja.

Turbilhões. Turbilhões indefinidos. Não sei o que foi a minha adolescência, nem até onde durou.
Não sei se foi, no saldo, positiva ou negativa.
Mas sei que tudo passa. Até ela passou. E eu continuo a ter medo do tempo.

terça-feira, 18 de maio de 2010


Titanic, Jack, Rose e o mito do amor perfeito.

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O amor existe. Sim, por mais que o mundo esteja lotado de capetinhas que insistem em dizer que a afirmação anterior é falsa, que o amor é uma ilusão da mente humana e derivados, o amor é real, e não há nada que seja capaz de mudar tal fato. As pessoas limitam a existência do amor aos seus fracassos pessoais de relaciomentos. A verdade, é que o significado do amor vai muito além de problemas amorosos ou relações mal sucedidas.
Vou pegar um exemplo bem comum a todos: O filme Titanic, que se tornou um ícone universal de romantismo. Jack e Rose possuem realidades completamente diferentes. Ela é linda, glamurosa, rica e está prestes a se casar com um cara lindo, glamuroso e mais rico ainda. Ele é um pobretão que não tem onde cair morto, se veste com trapos e toda a bagagem que possui se encontra dentro de sua mente. Os dois se apaixonam loucamente em uma viagem de navio (não imaginavam a tragédia que os aguardava, claro) e vivem uma das mais lindas histórias de amor já retratadas no mundo artístico. O amor de Rose e Jack é lindo, afinal, envolve todos aqueles paradigmas essênciais para uma história romântica dar certo: Um casal de mundos opostos, que tem todos os motivos do mundo para não cederem a tal loucura e que, através de uma força maior, acabando cendendo(vide o exemplo de Romeu e Julieta, Abelardo e Heloísa, Jack e Sally e atééé mesmo, Edward Cullen e Bella Swan. Ok, chega de exemplos. ¬¬ ). Mas, é esse amor cinematográfico que é infiltrado na cabeça das pessoas, principalmente das mulheres. Todos ficam em busca do par perfeito: Lindo, maravilhoso, que tenha os mesmos gostos que você, que tope todas as aventuras e que nunca, jamais faça a relação na rotina. Uma idealização completa. Sinto em desapontar (ou não) caro leitor, é esse amor que não existe. Pelo menos, não 100%.
O mito do amor perfeito é presente no inconsciente de todos nós, e cabe à desenvoltura psicológica que possuímos, quebrar tal mito. Existem amores que são perfeitos ao nossos olhos, mas não amores sem defeitos, até porque, ficaria chato, torpe e entediante. Precisamos entender que o amor verdadeiro não está somente presente em uma relação conjulgal. Ele está presente no que sentimos por nossos pais, amigos e todos aqueles que excercem influências fundamentais na nossa vida. O amor não é apenas uma questão de 'Química ou Física', e sim, uma questão de doação, resignação, de estar disposto a acolher as limitações do outro. Não existem pessoas perfeitas, mas quando se ama, as dificuldades passam a ser superadas juntas. Ninguém disse que isso é fácil, mas quando aprendemos o verdadeiro significado e valor de estarmos juntos à uma pessoa, passamos a compreender melhor as nossas próprias frustrações, e vemos o quanto vale à pena deixar de lado a idealização fajuta que só funciona nas telonas e nos livros.
Assim que percebemos que amar é aceitar as limitações, trabalhá-las e aprender com elas, aí sim, poderemos brincar de Jack e Rose (ou qualquer outra casal mega lindo que admirarmos) e sermos felizes para sempre, ou pelo menos, enquanto durar a sinceridade do sentimento.

segunda-feira, 17 de maio de 2010


O Líquido.

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Eu não sei se me sinto cansada, enjoada, exausta ou estagnada. Só sei que gostaria muito de ter a inscrição 'deixem-me quieta' na  testa. Não sei exatamente o que me fez chegar a tal ponto, mas um dia pulei {metaforicamente}dos 16 anos para os 80, e desde então, envelheço a cada dia mais. Não tenho pique para a juventude e suas ilusões entediantes. Não tenho pique para tais devaneios. Sei que não estou certa, mas cheguei aqui porque me esgotei. Eu tinha um líquido mágico, um líquido vívido, e deixava as pessoas tirarem o quanto quisessem desse líquido. Deixava de bom coração, de boa vontade. Não sabia que um dia isso poderia me esgotar. Levaram de mim a minha última gota, e por mais que eu force para produzir mais líquido vívido, eu não consigo. Já entreguei todo aquele que eu tinha para entregar. A cota foi esgotada, acabou-se. Fizeram mal uso do meu líquido mágico, desperdiçaram-no, tiraram-no todo de mim, e não me restou nada para oferecer às novas pessoas que cruzam o meu caminho. Sei que posso produzir mais desse líquido, mas não hoje, não agora. Por enquanto, quero ficar restrita ao meu ser. Eu mereço. Me doei tanto a minha vida inteira.. Hoje, eu mesma preciso de mim, das minhas peculiaridades, dos meus gostos.
Gosto das pessoas que não precisam daquele tal líquido para estarem ao meu lado. Só nossa troca de energias é suficiente para fazermo-nos um bem mútuo. Não sei explicar como é essa transmutação de energias, mas ela simplesmente existe e simplesmente acontece. É rara, cada vez mais rara. Mas acontece. E aqueles que conseguem fazê-la uma única vez, conseguem para todo o sempre. E é na base da energia dessas pessoas que minha existência é nutrida.
Falo muito, mas digo pouco. Não gosto dessa bagunça em torno de mim. Ela me faz mal. Me habituei ao silêncio das madrugadas e das conversas entrelaçadas por pensamentos, corações e ligações transcedentais. Não preciso de tanta gente ao meu redor.
Gosto das luzes, mas não de estar nelas. Gosto apenas de vê-las. Gosto das imagens. Das artes e suas cores. Gosto do meu silêncio. Gosto da minha individualidade. Gosto muito mais das pessoas que encantam o meu coração do que daquelas que deslumbram meus olhos. Não gosto da solidão, pelo contrátrio. Gosto da liberdade, e gostaria que a minha fosse respeitada.
Peço desculpas àqueles que tentam tirar o meu líquido recentemente (ou nem tanto). São queridos, e não desejo a eles mal algum.. Só declaro que, atualmente, não posso doar mais do que minha falsa atenção. Sou complexa, mas sou feliz à minha maneira, ao lado da minha alma antiga e das minhas restrições peculiares. Estou aberta a ajudar qualquer um, mas por favor, não invadam meu espaço.
Amém.

domingo, 16 de maio de 2010


Os 10 melhores filmes da década de 2000.

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A década de 2000 trouxe muitos bons filmes, que se enquadram em todos os tipos de gostos. Houve muitos destaques, tanto da área comercial quanto na área independente. O top 10 abaixo (apesar de criado por mim) não representa, necessariamente, meus filmes favoritos da década passada, mas sem dúvida, são algumas de suas produções impecáveis . Recomendo todos os filmes presentes aqui. Vale à pena conferir!

10- Juno (2007)
Apesar da cara de comédia romântica adolescente (sim, até os atores constituem um núcleo tipicamente 'comédia romântica adolescente', começando por Julia Stiles e Jennifer Garner) , Juno ultrapassa todas as barreiras do cliché convencional. Um filme delicioso em sua essência, desde a trilha sonora maravilhosa até a fotografia sensacional. Apesar de leve, traz consigo uma mensagem sensível, tocante e importante. Juno é, sem dúvida, um dos filmes mais bem bolados da década, e veio para quebrar todos os padrões e previsibilidades do seu gênero. Ótima pedida!


9 - Diamante de Sangue (2006)


Possuidor de um elenco extremamente competente (Leonardo DiCaprio, Jennifer Connely, Djimon Hounsou), Diamante de Sangue é um filme que será dificilmente esquecido por seus espectadores. Sua história, baseada em fatos reais, é forte, intensa e emocionante. Em Diamente de Sangue, perdoamos até os anti-heróis e seus caráteres duvidosos. Fotografia exuberante, a realidade empregada na obra é fantástica. Uma aula de História, de vida e de Cinema!


8-Volver (2006)


Apesar de ser puramente Almodóvar, Volver é capaz de agradar até mesmo aqueles que não são muito fãs do diretor espanhol. Sua história doce, involvente e traz consigo fortes traços da cultura espanhola, uma das melhores (se não a melhor) atuações de Penélope Cruz, na minha opinião. Um filme que fala a língua das mulheres, ultrapassando barreiras regionais e culturais.


7- O Curioso caso de Benjamin Button (2007)

Extremamente inovador e inusitado, O Curioso caso de Benjamin Button traz os lindos Brad Pitt e Cate Blanchett como protagonistas. Seu roteiro é puramente original, curioso, e faz jus ao nome do filme. Apesar da história curiosa e interessante, o filme traz consigo uma linda história de amor, e uma reflexão maravilhosa sobre o tempo. Longo, mas nunca cansativo. Um completo merecedor de todas as críticas positivas que recebeu ao redor do mundo!


6-Across the Universe (2007)

Apesar de ser um tributo aos Beatles, não é necessário ser admirador da banda para apreciar o filme/musical. Across the Universe traz consigo interpretações excelentes, um idealismo sensacional e uma fotografia que é uma verdadeira viagem. Across the Universe é uma máquina do tempo, que leva o espectador ao psicodelismo do final da década de 60, com direito a muitas canções, romances e revoltas. Simplesmente Apaixonante!



5-Perfume: A História de um Assassino(2006)

Há aqueles que vêem em Perfume um filme nojento e repulsivo. De fato, sua primeira impressão pode não ser muito agradável, mas a impecabilidade na qual o filme foi construido, faz dele um mito do cinema universal. Extremamente envolvente, Perfume leva os espectadores para dentro da tela, passando de um simples longa metragem para uma admirável performance cinematográfica. Ame ou odeie, mas jamais ignore-o.


4- Em Busca da Terra do Nunca (2004)


Como se não bastasse o excelente elenco (Johnny Depp, Kate Winslet), Em busca da Terra do Nunca conta com uma belíssima metáfora, aparentemente óbvia, mas que é capaz de comover até os corações feitos de pedra. Um filme memorável, delicado, doce, intenso e tocante. Daqueles que vamos querer mostrar aos nossos filhos e netos!

3- Desejo e Reparação (2007)

Desejo e Reparação é, a príncipio, mais um daqueles belíssimos filmes de época, que retratam com perfeição os costumes antigos, mas que se focam muito mais na estética do que no conteúdo. Enganamo-nos. Desejo e Reparação é um filme extremamente surpreendente, que consegue deixar o espectador boquiaberto ainda nos 5 minutos finais. É de longe dos melhores finais que já presenciei! Marvelous!


2 - Efeito Borboleta (2004)



Efeito Borboleta consegue ser mais que um filme. É um verdadeiro ícone da década. Coleciona milhares de críticas negativas e favoráveis, mas é aquela velha história: Ninguém consegue ser indiferente a esse filme. Ele cria uma intimidade entre personagens/expectador poucas vezes compreendida. Efeito Borboleta é tão singular que suas continuações foram verdadeiros fracassos. Tudo por que essa obra (que certamente será um clássico) veio primeiro!


1- O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001)

Não há quem discorde que "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" é um filme que de fato, entrou para a história. Não é sua delicadeza que faz dele uma obra excepcional, mas a mensagem aparentemente simples que está incrustada nele. Assistir Amélie Poulain, é como visitar aquele pequeno lado otimista que ainda existe dentro da gente.. É ver aquela criança sonhadora (sim, essa criança existe detro de nós) despertar, e querer dar um abraço em  cada pessoa próxima de nós. Amélie é cinematograficamente perfeito, moralmente perfeito, metaforicamente perfeito. Nada mais justo do que o primeiro lugar para essa verdadeira obra de arte!


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Há muuuitos filmes pelos quais sou apaixonada que não postei aqui. Mas creio que ainda falarei de alguns em outra ocasião. E para vocês, qual foi o melhor filme da década passada?
Até mais!

=*

sexta-feira, 14 de maio de 2010


O Gênio Tiersen

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Não tô muito bem para fazer um post interessante hoje, então, deixo aqui o gênio Tiersen para mim e para todos vocês.
Uma ótima sexta a todos!
Beijos!





quarta-feira, 12 de maio de 2010


Duelo

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Eu não sou como a maioria das pessoas. Pra falar a verdade, elas me enjoam. Não deveria ser assim, eu sei. Para atingir o que eu acredito como verdade, eu deveria aceitar as pessoas como elas são, e não me sentir incomodada com elas. Mas não consigo. Não gosto que subestimem o que eu sinto, muito menos que me digam o que fazer e que a forma na qual eu decidi viver a minha vida está errada. As pessoas só acreditam no que elas vêem e julgam. Se ao menos respeitassem a escolha alheia( a minha escolha, no caso), seria mais fácil que eu não ficasse tão enjoada com a presença delas.
Não tenho necessidade de quase ninguém. A vida me ensinou a não contar com as pessoas. Me ensinou que não, meus 'amigos' não estarão lá quando eu precisar, e que mais cedo ou mais tarde, tais fulanos tomarão o rumo deles e não irão mais se importar (salvo raras exceções). O sofrimento foi tão grande que hoje, apesar de ser extremamente educada e tratar a todas as pessoas bem, tenho dificuldade gigantesca de me apegar a elas. Não sei se isso é bom ou ruim. Não foi sempre assim, mas por enquanto, não posso e nem quero mudar isso.
Não desgosto de ninguém. Tenho pena do ser humano. Existir é uma tarefa árdua, e eu realmente admiro quem consegue carregar essa tarefa de uma forma mais leve. Admiro aquelas pessoas que não seguem o 'sistema', aquelas pessoas que, por enfrentarem tamanhas dificuldades na vida, conseguem enxergar além do pequeno mundo que as rodeiam. Gosto das pessoas mentalmente desenvolvidas, ou espiritualmente desenvolvidas. Gosto da experiência, nunca do julgamento.
Mas o que me rodeia não vai muito além do que eu chamo de bolha...
Estou cansada de ouvir as mesmas pessoas com os mesmos assuntos, as mesmas fragilidades que se aproveitam das minhas fragilidades. Não suporto mais ouvir algumas palavras, elas me cansam, me deixam estagnada.
Quando eu penso acreditar no ser humano novamente, a utopia vai-se embora, e eu os percebo como completas imperfeições incômodas, novamente. Sei que também sou uma imperfeição, mas pelo menos não sou incômoda. Vivo a minha vida à minha maneira, sem perturbar ninguém, sem interferir na vida de ninguém, e principalmente, sem dar palpites falhos na vida daqueles que não me considero íntima.
Tenho medo de até onde isso possa chegar. Não sei até quando vou aguentar sem explodir. Mas sei que não está perto de terminar. E quem deve se adaptar, sou eu. Mas eu já deveria ter me adaptado.
Não me levem a mal, mas minhas fragilidades, frustrações, fraquezas e superficialidades já estão cansadas de pedir arrego e sempre prosseguirem.

Visitem meu flickr! :}
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